Olá amigos da CGNBR, aqui é o Eddi-Gamer, e hoje estarei fazendo o Unboxing da placa de captura EasyCap, que cmprei no Mercadolivre.com.br.
VÍDEO:
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O PlayStation 4 ainda pode estar distante de seu lançamento, no entanto o processador que colocará a quarta geração do console para funcionar pode estar atualmente em desenvolvimento. Segundo fontes do site Smarthouse.com.au, a Sony trabalha atualmente em um novo processador em conjunto com a IBM, que foi quem originalmente arquitetou o processador Cell.
Segundo afirmaram ao site algumas fontes anônimas da IBM, um novo processador de múltiplos núcleos que está há vários anos em desenvolvimento faz parte agora de um esforço conjunto com a empresa japonesa. Vale lembrar que a Sony recomprou recentemente a fábrica que produziu o processador Cell em Nagasaki — e há quem argumente que ela será utilizada para manufaturar os processadores para os aparelhos da Toshiba, IBM e da Sony.
O novo processador, aparentemente, poderia trazer até 16 SPEs (Elementos de processamento sinérgico, na sigla em inglês) o que, em termos práticos, significa algo duas vezes mais rápido que o processador Cell atual. Rumores indicam ainda que a tecnologia poderá ser utilizada também nos notebooks da Sony e nas TVs do selo Bravia. Até o momento, a Sony se recusa a comentar sobre a produção. Aguarde novidades
Gamertag Live: Mr Pzz e Psn Id: Mr Pzz
Quinta-Feira, 19 de Maio de 2011 - Por Eddi-Gamer
Foi liberada a 13ª versão do Chrome, o navegador da Google. Ainda em fase Beta, o browser é estável o suficiente para aqueles que gostam de viver sempre atualizados e que querem experimentar as últimas novidades implementadas pelos desenvolvedores.
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Nesta nova versão, o Chrome está mais rápido do que nunca. Esse aumento de performance é percebido principalmente em sites que utilizem AJAX em seu código, por exemplo, já que o responsável pela façanha é o V8 (agora atualizado para a versão 3.2.3.1), o motor JavaScript do Chrome.
Além disso, essa versão também inclui algumas implementações preliminares da função de aceleração por meio da placa de vídeo do computador. Os usuários com placas de vídeo adequadas perceberam uma diferença considerável, com quedas de até 80% do uso do CPU. Sem dúvida, uma boa notícia para quem precisa economizar a bateria do notebook.
A Google também aprimorou o recurso que permite a aceleração gráfica em 3D (OpenGL), incluído na versão anterior do navegador. Os desenvolvedores poderão utilizar recursos visuais em três dimensões em uma página da internet utilizando o CSS.
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Embora não interfira no desempenho ou na navegação propriamente dita, uma das mudanças que mais salta aos olhos é sem dúvidas o novo símbolo. Não as cores, mas o padrão alterado é que chama atenção. Agora, o logo do Chrome é achatado e está em duas dimensões, ao contrário de como foi desde a primeira versão do navegador.
Outra novidade está na antiga janela de configurações do navegador. Ao acessar o item “Options”, no menu “Customize and control Google Chrome”, o usuário percebe que a janela foi transformada em uma página web, com direito a campo de busca e URL e que abre em uma nova aba do navegador.
Isso significa que você pode facilmente encontrar as opções que você deseja, digitando palavras-chave. A captura de tela abaixo mostra o resultado de uma pesquisa para o termo “senha”.
Outro ponto positivo dessa mudança diz respeito ao suporte técnico que os usuários às vezes precisam prestar. Sabe aquele tio que abre uma conversa com você, perguntando como ele faz para alterar as configurações de proxy do navegador? Pois bem, agora você pode simplesmente colar para ele o endereço da página de configurações avançadas, que fica em chrome://settings/advanced.
Agora, o Chrome é capaz de transcrever sua fala em texto apenas com os recursos do HTML 5, devido ao uso da API speech input. Com isso, os desenvolvedores podem criar aplicativos para a web que permitam a transcrição de voz.
Assim, sempre que você acessar uma página que possua suporte para esta funcionalidade, você pode clicar no ícone referente ao recurso e falar algo ao microfone. O áudio é enviado ao servidores para transcrição e o texto aparece digitado em sua tela. Se quiser conferir o funcionamento deste recurso, (já com esta versão do Chrome instalada)
Quem já gostava do recurso de armazenar senhas de serviços online no Chrome, ficará satisfeito com a versão 13. Agora o usuário pode salvar senhas, temas, preferências e extensões online, atrelando essas configurações à conta dele no Google. Com isso, ele poderá sincronizar os mesmos dados de diferentes computadores, sem dificuldade.
Agora o navegador permite que você selecione mais do que uma aba por vez. Para isso, basta você pressionar a tecla “Ctrl” e clicar em todas as guias que deseja marcar. A grande vantagem é que, ao aplicar uma ação (como "Atualizar", por exemplo), ela afeta a todas as abas e não somente aquela que está ativa.
(Fonte da imagem: dvice)
Você consegue navegar sem digitar a URL de uma página na barra de endereços? Se as ideias do Google forem para frente, ela não ficará mais visível em futuras edições do navegador da empresa, o Google Chrome.
A informação já vinha sendo divulgada por outras fontes, mas não havia confirmações de que o plano seria colocado em prática. Nas versões mais recentes do Google Chrome 13, que você encontra para download aquimesmo na CGNBR, é possível deixá-la flexível, surgindo apenas com um duplo clique em uma aba qualquer.
A maneira compacta de navegação deixa toda a janela com uma organização diferente em termos de botões. O alvo da Google deve ser a internet em aparelhos portáteis, pois esconder a barra de endereços nesses eletrônicos disponibiliza mais espaço na tela para a exibição do site. Para acessos pelo desktop, entretanto, a novidade não parece ter conquistado os usuários até agora.
A empresa ainda não divulgou qual versão do Chrome terá a barra de URLs oficialmente escondida.
(Fonte da imagem: Divulgação Apple / Playboy)
Olá amigos da CGNBR, eu Eddi-Gamer estava em um dia como outro qualquer navegando pela net aqui em casa e estava pensando se você corre às bancas todos os meses para adquirir a mais recente edição da Playboy e acompanhar as fotos e os textos, uma boa notícia: agora é possível acessar todo o conteúdo da revista sem sair de casa. O serviço iPlayboy entrou em funcionamento ontem, com possibilidade de visualização de todo o conteúdo das edições norte-americanas.
Que pena que é so a das norte -amricanas né, kkkk...
A divulgação estava acontecendo há meses pelo Twitter de Hugh Hefner, criador e editor-chefe da publicação, que havia prometido o lançamento do iPlayboy para maio. Qualquer usuário de iPad poderá acessar o conteúdo mediante o pagamente de oito dólares mensais e uma conexão com a internet. Por enquanto, apenas as revistas publicadas dos Estados Unidos podem ser lidas.
O ponto principal do produto é o método utilizado por Hefner para driblar a forte censura da Apple: o serviço não faz parte da App Store, a loja de aplicativos que condensa os programas lançados para aparelhos da empresa.
Trata-se de um plano de assinatura alternativo, fazendo com que a companhia não tenha controle sobre o conteúdo que pode ser transmitido, como os ensaios fotográficos envolvendo nudez, por exemplo.
O designer Julien Moïse desenvolvou um conceito de relógio que pode acabar de vez com a necessidade de comprar baterias no futuro. A invenção, batizada com o nome Eole, usa como fonte de alimentação a energia gerada por uma roda movimentada pelo poder do sopro do usuário.
Ao contrário dos relógios tradicionais, que ficam ligados o tempo todo e consomem bateria constantemente, o Eole só entra em ação quando é necessário consultar as horas. No restante do tempo, o dispositivo fica inativo, dando a impressão de que sequer é capaz de funcionar.
A energia acumulada pelo sopro do usuário é suficiente para iluminar a tela por somente alguns segundos, tempo suficiente para consultar o horário. O designer só não esclarece qual a fonte de energia utilizada para que a memória interna do aparelho não seja perdida.
Segunda-Feira, 16 de Maio de 2011 - Por Eddi-Gamer
Na terça-feira passada (10), rolou a conferência Google I/O 2011, evento que visava divulgar as principais novidades que a dona do Android trará para o mundo em breve. A maioria das apresentações focou no sistema operacional para portáteis, mas também houve as introduções ao serviço de música e a locadora de vídeos da Android Market.
Apesar de essas novidades terem chamado a atenção, algo que realmente foi revolucionário foi a introdução dos futuros acessórios que terão compatibilidade com o Android. A demonstração na conferência deixou claro que o objetivo é criar projetos para que o Android possa ajudar as pessoas a realizar as tarefas de uma forma diferente no cotidiano.
Para fazer isso, a Google pretende facilitar as atividades comuns através de um projeto que possibilitará a programadores e fabricantes criarem gadgets compatíveis com os smartphones que rodem o Android. A realização de tal projeto só será possível com a união de software e hardware, o que obrigou a Google a começar a padronizar as coisas. Como? Apelando para o Arduino.
Em um primeiro momento, esse nome soa bem estranho. Já o segundo pensamento é de que o tal Arduino seja uma nova tecnologia da Google. Na verdade, a estranheza do nome é comum, afinal, você não deve ter ouvido falar nesse assunto antes. E achar que o Arduino é uma nova cartada da Google é um engano comum.
Apesar de a empresa ter introduzido o assunto para muitos, ela não detém quaisquer direitos sobre a plataforma. Na realidade, o Arduino já existe há um bom tempo e foi desenvolvido em cima de outras ideias. Mas antes de entrar na história e nos mínimos detalhes, vamos explicar o que exatamente é essa plataforma.
Cruamente falando, o Arduino é um conjunto de ferramentas que possibilitam a criação de aparelhos eletrônicos. O objetivo desse projeto é facilitar a vida dos amantes da eletrônica que buscam uma maneira descomplicada de montar pequenos protótipos.
Tecnicamente, podemos dizer que o Arduino é tanto um software quanto um item básico de hardware. Ao mesmo tempo em que ele é um SDK (kit de desenvolvimento de software), é também um ADK (kit de desenvolvimento de acessório).
A ideia do Arduino é possibilitar que desenvolvedores criem aplicativos específicos para rodar em um circuito eletrônico básico. A partir de tais circuitos, o Arduino possibilitará a criação de gadgets e eletrônicos de alta qualidade.
Circuitos eletrônicos baseados na placa básica do Arduino podem receber diversos tipos de sinais, graças aos sensores (como mostrado na imagem abaixo) que podem ser adicionados nos protótipos. Além disso, projetos baseados no Arduino podem aproveitar tais sinais para interagir com outros aparelhos. Com isso é possível controlar luzes, motores e outras funções de dispositivos compatíveis.
Placas Arduino possuem um microcontrolador especial, o qual torna os eletrônicos ainda mais robustos. Esse pequeno chip pode ser programado através da linguagem Arduino (que é baseada na Wiring) e do ambiente de desenvolvimento Arduino (que tem parte do código copiado do software Processing).
Só para esclarecer, os dispositivos baseados no Arduino podem funcionar de maneira independente (sem a necessidade de um software de alta complexidade) ou podem se comunicar com aplicativos instalados em um computador. O Arduino traz essa flexibilidade justamente para que o programador tenha a liberdade de escolher se prefere criar algo simples ou montar gadgets robustos.
E mais: além da personalização do software, os interessados no Arduino podem escolher se preferem iniciar a montagem do circuito do zero ou se preferem adquirir uma placa pré-montada (com os microcircuitos já interligados). Para melhorar ainda mais, o software de programação do Arduino é gratuito, assim como os arquivos de referência para os desenhos dos circuitos.
Agora que você sabe o que é o Arduino, fica fácil imaginar quais são os planos da Google com o projeto “Android Open ADK baseado no Arduino”. Segundo os primeiros anúncios, o objetivo dos gadgets criados para o Android será formar uma lista gigantesca de produtos “Made for Android” (Feito para o Android) e “Compatible with Android” (Compatível com o Android).
Essa tática é semelhante à que a Apple vem usando há anos. A empresa de Steve Jobs possui diversos modelos do iPod e, para aumentar ainda mais a fama do produto, adotou uma ideia fantástica: os produtos “Made for iPod”.
A Apple facilitou a vida dos fabricantes que pretendiam criar produtos compatíveis com os players de música, padronizando alguns detalhes que possibilitaram ao consumidor ter um interesse maior nos iPods.
Acontece que a briga entre Apple e Google deve esquentar agora. A Apple vinha concorrendo, de certa forma, com a Microsoft e a Sony (as quais forneciam players de música razoáveis). Entretanto, nenhuma parecia uma verdadeira ameaça. Já a Google parece ter mais chances nesse combate. Apesar de o Android não ter grandes perspectivas em players de música, ele é um sistema que ganhou um espaço absurdo no ramo dos smartphones e tablets.
O plano da Google consiste justamente nisto: possibilitar que o consumidor escolha a marca do seu produto (seja Samsung, LG, Sony ou outros) e, independe de qual escolher, possuir outros eletrônicos compatíveis com o smartphone desejado, o tablet em questão ou outro dispositivo qualquer que trabalhe com o Android.
Desse modo, a Google pretende construir uma enorme árvore de possibilidades para os usuários que vêm adotando o Android em suas vidas. Em um primeiro momento, os gadgets baseados no Arduino devem ser simples: docks, fones, rádios, home theaters, radiorrelógios e outros.
Posteriormente, o Android deve contar com eletrônicos mais robustos. E é nesse ponto que pode, inclusive, entrar a ideia do Android at Home (apesar de a Google não ter declarado oficialmente que o Arduino fará parte do projeto Android at Home). O usuário poderá contar com aparelhos de ginástica inteligentes (como o da imagem acima), eletrodomésticos capazes de interagir com o Android, acessórios para controlar a iluminação e muitos outros dispositivos úteis nas residências.
Quando isso vai acontecer ninguém sabe, mas considerando a gratuidade do Arduino e do Open ADK da Google, pode-se esperar que alguns gadgets apareçam muito em breve. Uma aplicação curiosa do Arduino foi demonstrada durante a Google I/O 2011: uma plataforma gigante controlada por um tablet com Android. Pode não parecer muito útil, mas quem sabe veremos eletrônicos desse tipo em jogos de diversão num futuro breve.
Apesar de você nunca ter ouvido falar no Arduino, os produtos baseados nessa plataforma já estão disponíveis no mercado. Desde pequenos gadgets até alguns eletrônicos robustos já contam com software e hardware baseados no Arduino. Confira agora alguns projetos simples que contam com Arduino:
Dirt Simple POV LED Display
Arduway - Mistura de Arduino com Segway